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Iniciativas para enfrentar o risco de desastres: Uma tendencia global

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As (re)seguradoras têm hoje claramente um papel vital a desempenhar no reforço das capacidades de gestão de risco e na expansão das soluções de transferência de risco. Cabe à indústria chamar a atenção para os níveis de risco, os benefícios do planejamento pré-desastre, incluindo a resiliência (por exemplo, comportas e o investimento em infra-estrutura) e o papel que a transferência de risco podem desempenhar na reconstrução rápida das regiões afetadas.

de seguros (do qual nosso CEO Mike McGavick é presidente) descobriu que os países com seguro para desastres se recuperam mais rapidamente dos impactos financeiros causados por eventos climáticos extremos, como mostra seu último relatório chamado "Uma abordagem integrada para gerenciar eventos extremos e riscos climáticos".think tank De acordo com a Associação de Genebra, entre 1980 e 2015 mais de 600 mil vidas foram perdidas e US$ 3 trilhões em prejuízos econômicos totais foram causados ​​por catástrofes meteorológicas. O

A questão que estamos colocando é como nós e a comunidade de seguros em geral podemos ajudar a superar a lacuna de seguros - particularmente entre ricos e pobres.

Preenchendo a lacuna

O furacão Matthew foi a mais forte tempestade do Caribe em quase uma década, deixando mais de 800 mortos no Haiti e desabrigando milhares de pessoas antes que seguisse em direção ao sudeste dos Estados Unidos. O furacão Matthew atingiu a Carolina do Norte e a Virgínia no início de outubro com um golpe mais fraco, porém ainda potente o suficiente para provocar grandes inundações e quedas generalizadas de energia ao longo da costa atlântica dos EUA. As perdas seguradas do furacão nos EUA devem ficar entre US$ 1,5 bilhão e US$ 5 bilhões e entre US$ 1 bilhão e US$ 3 bilhões no Caribe, com a maior proporção das perdas vindo das Bahamas, de acordo com a RMS. As localidades mais pobres do Caribe têm menor cobertura - e, como resultado, levarão mais tempo para se recuperar.

O custo humano e financeiro das tempestades
           
Em inúmeros casos, o crescimento da exposição está ultrapassando em muito a aceitação da cobertura de seguro - levando ao que é comumente denominado lacuna de proteção. Embora as catástrofes naturais ocorram em todo o mundo, o risco de que elas vitimem pessoas é muito maior nos países em desenvolvimento - onde geralmente o impacto financeiro é muito mais severo. O furacão Matthew ilustrou as profundas diferenças que o impacto de uma tempestade pode ter em diferentes economias.            


Felizmente, os governos mundiais e as organizações não-governamentais reconhecem os benefícios potenciais do setor de (re)seguros - não só por causa de seus investimentos e suas funções de transferência de risco, mas também por seu conhecimento em modelagem de risco e pesquisa de resiliência. O relatório da Associação de Genebra aponta para uma série de iniciativas como condutas para aumentar a conscientização política sobre a importância de construir resiliência para eventos extremos, tais como:

A chave para preencher a lacuna de proteção é integrar verdadeiramente uma abordagem público-privada para gerenciar eventos extremos - uma sólida estratégia de financiamento e seguro de risco de desastres ajuda a aumentar a resiliência financeira de governos, empresas, comunidades, famílias e indivíduos.

 

"

Embora progressos estejam sendo realizados com governos e ONGs, também é vital considerar como melhor direcionar o seguro para aqueles que mais precisam.”

 

Uma abordagem integrada
           
Estas várias iniciativas têm o seu trabalho alijado - o relatório da Associação de Genebra mostra que globalmente, ao longo das últimas três décadas, a percentagem de perdas não seguradas equivalente à percentagem do PIB mundial aumentou de 0,02% para 0,12%, de acordo com a Swiss Re. A diferença é particularmente acentuada em países de baixa renda, onde tipicamente mais de 95% de todas as perdas permanecem sem cobertura.

Somos também um membro do Blue Marble Microinsurance Consortium, que está empenhado em oferecer seguro para regiões em desenvolvimento do mundo usando plataformas inovadoras viabilizadas pela tecnologia .

A XL Catlin integra um grupo de oito sindicatos que compõem o Lloyd's Disaster Risk Fund - uma iniciativa do Lloyd's concebida para ajudar as economias em desenvolvimento a melhorar sua resiliência contra catástrofes naturais. Os sindicatos prometeram capacidade de US$ 400 milhões para soluções que abordem os riscos de catástrofes naturais em economias emergentes.

Ter mais consciência sobre nossas capacidades é primordial para a realização das possibilidades. Stephen Catlin, nosso vice-presidente, também é extremamente ativo nesta área e no início de 2016 ele foi nomeado presidente do Fórum de Desenvolvimento de Seguros (IDF). O IDF tem como objetivo incorporar a experiência de gerenciamento de risco da indústria de seguros nas estruturas governamentais existentes para resiliência e redução de riscos de desastres. Visa também construir um mercado de seguros global mais sustentável e resiliente num mundo que enfrenta crescentes desastres naturais e riscos climáticos.

  • 100 Resilient Cities Iniciativa liderada pela Fundação Rockefeller
  • Making Cities Resilient, campanha global apoiada pela ONU
  • E ações da associação internacional de prefeitos ICLEI - Governos Locais para a Sustentabilidade.

Embora progressos estejam sendo realizados com governos e ONGs, também é vital considerar como melhor direcionar o seguro para aqueles que mais precisam. Aqui é onde a indústria precisa continuar a modernizar suas ideias e avaliar novas tecnologias, em vez de manter velhos métodos de distribuição.

O objetivo da indústria deve ser ajudar a reduzir a lacuna de proteção, o que significa maior inclusão financeira, maior resiliência após desastres, maior fortalecimento da infraestrutura, governos mais estáveis - mas principalmente assegurar a proteção e os meios de vida das pessoas mais expostas ao risco.

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